On 19:00 by Koji Sakamoto   1 comment
Se quero consertar o motor de um carro, preciso saber como ele funciona. Da mesma maneira, minha reforma pessoal passa primeiro pelo saber.
Há três aspectos que determinam o rumo de qualquer indivíduo, e eles são completamente interdependentes. Eu preciso entender:
  •  O que POSSO FAZER de acordo com meu POTENCIAL: 
Este aspecto está relacionado com minha força inata, grau de inteligência, habilidades e Know-how.
  • O que VOU FAZER de acordo com minha VONTADE: 
Este aspecto está conectado com meu estado emocional, crenças e valores.
  •  O que FAZER de acordo com minha MISSÃO PESSOAL:
Este aspecto diz respeito ao poder da visão e da sabedoria espiritual.
 
 Uma vida bem-sucedida é um exercício interativo e equilibrado destes três fatores. A missão pessoal definida orienta o uso preciso do meu potencial pessoal. A vontade dá o impulso necessário para implementar a missão pessoal. Se tenho só dois ou mesmo um desses aspectos, a possibilidade de me organizar toma-se mais remota.
Sem senso de missão pessoal, o potencial e a vontade irrompe numa espécie de hemorragia existencial, que mata a minha felicidade.
o exercício da minha vida não é inconsequente. Ela tem as suas recompensas, mas eu tenho que estabelecer metas e fazer com que elas aconteçam.
Quando se usa uma lupa para focalizar os raios do sol, é gerado um calor intenso, capaz de queimar madeira ou papel. Da mesma forma, com o meu potencial e vontade focalizados através da lupa do meu propósito ou missão de vida, consigo gerar muita força.
Existe um princípio básico em tudo. Antes de partir, devo saber onde estou indo e para quê. O Problema é que, quando estou em meio ao furacão de dificuldades, raramente penso sobre minhas verdadeiras metas. Simplesmente, perco-me ainda mais em fazer as coisas sem pensar em minha direção de vida. As atividades familiares, profissionais e sociais ficam "pipocando" de tal maneira que não resta nem tempo para pensar se posso fazer as coisa de uma maneira diferente.
A grande lição de sabedoria é que só vou mudar de comportamento quando minha percepção da situação mudar. Tal entendimento sempre surge de um forte senso de missão. A seguinte história é verídica:
“Aconteceu na nau capitânia durante as manobras da frota em alto-mar. Todos os navios se separaram para os exercícios. Um pouco antes do entardecer, o tempo piorou consideravelmente e a visibilidade ficou quase zero.
De repente, uma mensagem chegou do vigia: ‘Capitão, há uma luz piscando a estibordo’. O capitão perguntou se a luz se mantinha estável ou se estava se distanciando. O vigia respondeu. ‘Se mantenha estável, senhor’. O Capitão entendeu o perigo e mandou uma mensagem para o outro navio, dizendo: ‘Estamos na rota de colisão. Favor mudar seu percurso em vinte graus’.
Uma mensagem foi recebida como resposta: ‘É melhor vocês mudarem seu percurso em vinte graus, imediatamente’. O Capitão pensou que o outro não sabia quem ele era e transmitiu outra mensagem ‘Eu sou um Capitão, favor mude seu percurso em vinte graus’. Voltou uma outra mensagem: ‘Eu sou marinheiro de Segunda classe, favor mude seu percurso em vinte graus, senhor’.
Isto foi demais de impertinência para o Capitão, que mandou sua mensagem final ‘Somos a nau capitânia da frota, mude seu percurso imediatamente em vinte graus’. Então, voltou uma mensagem, ‘Senhor, somos um farol’.
O Capitão engoliu seu orgulho e mudou o percurso.”
 Há muitas luzes e sinais piscando em toda a nossa volta. Certamente, necessito entender algo diferente sobre o mundo ao meu redor para poder agir de forma firme e forte.
On 01:00 by Koji Sakamoto   No comments

Mais um dia das mães será comemorado, cada qual com a sua visão, percepção e seu sentimento.
No meu viver até hoje, tive a permissão de vivenciar os mais diversos pensamentos e sentimentos de mãe.
Como filho, como pai ao lado da mãe, como orientador atendendo centenas e milhares de mães.
Em todas as posições consegui perceber o grande amor que elas sentem pelos seus filhos, manifestadas nas suas alegrias, tristezas e preocupações.
Se não bastassem os filhos nascidos dela, os adotados ou herdados de um novo relacionamento, passa a cuidar também dos pais que na idade avançada, se tornam “filhos” tendo que cuidar de maneira ainda mais especial.
Se perguntarmos qual a missão da mãe e quando ela termina a resposta será ...
Em todas as circunstâncias é a prática do verdadeiro AMOR ALTRUÍSTA, um amor, por tempo indeterminado sem esperar nada em troca.
Acredito que o nosso reconhecimento e a nossa gratidão no cotidiano farão com que a mãe se torne a pessoa mais feliz do universo.
PROCUREMOS EXERCITAR OS OLHOS DE VER TODOS OS DIAS PELA VIDA TODA.
FELIZ DIA DAS MÃES! Emoticon heart
por: Koji Sakamoto
On 14:33 by Koji Sakamoto   No comments


Tenho percebido que a felicidade está sendo esquecida pelas pessoas, principalmente na família, no trabalho e na sociedade. Embora ela seja o principal objetivo do ser humano, atualmente está sendo relegada para um plano bem distante e na maioria das vezes nem sequer faz parte dos seus sonhos.
Observo que uma boa parte das pessoas está buscando uma felicidade pronta em todos os sentidos e poucas se propõem a construí-la.
Por exemplo: aquela pessoa dos seus sonhos, na maioria das vezes já pertence a alguém, isto porque esse alguém está construindo um relacionamento de harmonia, paz e felicidade.  
Portanto, se compreendermos que a felicidade deve ser construída por nós, é certo que um dia poderemos construir um relacionamento feliz.
É preciso exercitar paciência, amor, gratidão e saber esperar o amadurecimento do relacionamento.
Aí sim um dia você poderá usufruir de uma felicidade plena.
Ela existe e precisa ser construída.
Vamos lá!!!
On 05:48 by Koji Sakamoto   1 comment

Será que as empresas estão conseguindo medir os efeitos reais da elaboração e prática da missão e visão?
Para as grandes empresas os efeitos certamente serão mais demorados, mas nas pequenas e micro empresas o efeito é muito rápido. Nos últimos meses percebi fatos interessantes acontecendo com os parceiros da consultoria e “coaching” que elaboraram e pragmatizaram suas missões.
Naturalmente as empresas que se empenharam em definir a missão e alinharam os produtos e serviços estão começando a obter resultados muito interessantes, em relação a melhora do ambiente interno e externo, bem como e principalmente nos resultados operacionais, melhorando a qualidade e produtividade.

Presto consultoria para uma escola de definiu na elaboração de sua Missão que o principal é fazer a felicidade dos colaboradores (professores e funcionários) em primeiro lugar e posteriormente os parceiros(os pais). Com isso mudou o relacionamento com os parceiros não só na nomenclatura (de clientes para parceiros) passando a sentir profunda gratidão por eles, pois, graças à sua contribuição mensal a escola existe e permite a empregabilidade dos professores e funcionários, fora outros benefícios indiretos para a sociedade.

Com essa prática foi extinto o departamento de cobrança e o departamento jurídico que mantinham sob controle a inadimplência, e foi substituído por relacionamento e atendimento aos pais, com o objetivo de procurar todas as razões possíveis para fazer os pais felizes.
Hoje a política da escola é a de fazer todo o possível, para cumprir verdadeiramente a missão para que os pais se sintam como parceiros ao ponto de privilegiarem as mensalidades da escola como as mais importantes do seu orçamento familiar.

Como efeito de todas as práticas, aumentaram significativamente as matrículas de novos alunos crescendo nos dois anos seguidos num índice acima da média das escolas particulares. Não sofreram quase nada com a crise, ao contrário apresentaram um crescimento muito interessante, fruto da fidelização de colaboradores e parceiros.

Acompanhei a experiência de uma representante comercial que definiu a sua missão de fazer os parceiros felizes (mudando o tratamento de clientes para parceiros) e levar com ética todo o desenvolvimento do trabalho principalmente em relação ao fisco. É interessante, pois, quando comecei a orientação ela trabalhava normalmente com produtos sem nota ou com meia nota, a mando da própria empresa pois era de praxe no mercado.

Ela mudou sua postura e acabou incentivando os parceiros a adquirirem os produtos com notas, foi uma dificuldade muito grande, e gradativamente alguns parceiros começaram a aceitar e nesse ínterim acabou mudando de representada que passou a aceitar vendas com nota cheia. Depois surgiu um outro problemas , os hábitos ainda de alguns parceiros que exigiam pelo menos meia nota, mas gradativamente estes foram substituídos por novos parceiros com uma nova forma de pensar e agir.

A seguir acabou mudando para a terceira representada que agia na plenitude da lei, ficando mais fácil implantar o seu projeto da legalidade. Com essa postura, acabaram sendo substituídos os parceiros naturalmente. Hoje todas as empresas que ela representa atuam dentro da lei.

Mais um fato interessante aconteceu nesse período, embora sendo uma nova representante em pouco tempo começou a alcançar um alto faturamento e assim se posicionar bem no ranking dos representantes obtendo uma colocação muito interessante

Atualmente ela vive feliz, sentindo que está cumprindo a missão e principalmente podendo retribuir a confiança nela depositada pelos seus parceiros e fornecedores.
Podemos concluir que quando conseguimos cumprir a missão tudo tende a dar certo.
Existem outras experiências, mas as que foram apresentadas aqui demonstram que o efeito da Missão existe e, em muitos casos o resultado é imediato sem se levar em consideração a sua grandeza.

Existem casos de empresas que em função da missão tem atraído parceiros com o mesmo pensamento e desejo e alguns quando tomam conhecimento da missão se emocionam até às lagrimas. Acredito que muitas pessoas estão em busca de empresas que tem essa postura, e quando a encontram a felicidade é muito grande.


Será que você está conseguindo comprovar os efeitos da prática da Missão, percebendo nas empresas e no seu ambiente de felicidade?
On 14:09 by Koji Sakamoto   2 comments
À primeira vista parece muito fácil para todos, mas no desenrolar das reuniões percebe-se que normalmente as pessoas que nunca lidaram com assuntos como DEFINIR A MISSÃO até na vida pessoal, se torna mais difícil, demorando muito até a sua redação final .Mas como a definição é de suma importância para o destino da empresa é preciso concretizar a redação final..

Percebi que a dúvida começa na origem, isto é, na missão da empresa em relação aos segmentos que direta ou indiretamente serão influenciados ou afetados pelos produtos ou serviços oferecidos.

Muitos textos de missão e visão são cópias extraídas na Internet, mas que não transmitem os verdadeiros desejos e sentimentos da direção da empresa, e as vezes têm conteúdo que certamente a empresa não conseguirá cumprir. Depois, do texto definido é imposto junto aos seus colaboradores, fornecedores, parceiros, governo e a própria sociedade.

Tal prática além de não estar dando o resultado almejado, ao contrário está criando problemas, pois, não conseguem viabilizar na prática. Mas não pensam que a própria missão elaborada de maneira simplória é a causadora dos desajustes. Algumas empresas nem se preocupam em elaborar a missão, achando ser um luxo, ou não ter necessidade por não entenderem a sua importância.

Numa oportunidade recebi uma mensagem muito interessante, onde o Sr. João Satt Filho , faz a citação de Jack Welch “A missão deve ser estratégica, incrivelmente focada em como vencer, por valor e não só por preços baixos, a concorrência na preferência do consumidor. A missão correta é parte do sucesso, mas se os valores da empresa não estiverem orientados no sentido de validar a mesma, de nada vai adiantar saber o que deve ser feito para chegar ao sucesso. Sem pessoas alinhadas, uma empresa não chegará a lugar nenhum.

Em uma das leituras e pesquisas que fiz, selecionei mais um texto de suma importância do conhecido PETER DRUCKER, sobre missão. “UMA EMPRESA NÃOS SE DEFINE PELO SEU NOME, ESTATUTO OU PRODUTO QUE FAZ: ELA SE DEFINE PELA SUA MISSÃO. SÒMENTE UMA DEFINIÇÃO CLARA DA MISSÃO É RAZÃO DE EXISTIR DA ORGANIZAÇÃO E TORNA POSSÍVEIS, CLAROS E REALISTAS OS OBJETIVOS DA EMPRESA”.

Portanto, será muito importante debruçar na elaboração do tema “Missão” até a sua definição pela sua importância, como escreve o outro mago da administração S. TILLES. “Voce pode não aprender muito ao ler a missão de uma empresa – mas você aprenderá muito ao tentar escrevê-la.
No exercício de elaborar a missão o empresário começa a redefinir os valores de seus produtos e serviços.
É o momento de revisão e adaptação para estar adequado à missão que está sendo redigida tornando-a verdadeira.
Através desse exercício, a direção começa a mudar, e alinhar o seu pensamento e sua ação, com isso os resultados começam a aparecer.
Assim com a direção praticando a verdadeira missão fica fácil a implantação junto aos colaboradores, fornecedores, parceiros e todos os segmentos ligados a empresa.
Todo esse exercício contraria dois adágios populares muito conhecidos: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” ou “ Casa de ferreiro, espeto de pau”, provando que para ser verdadeiro precisamos praticar justamente o contrário.

O importante é no ato de elaborar a missão, compreender que quem delega a missão é Deus, Universo, Cosmo. Portanto, deveremos como empresa prestar serviços ou oferecer produtos que estejam de acordo com a Vontade de Deus, isto é, que não seja prejudicial à sociedade, principalmente ao nosso Planeta, que seja benéfica para as pessoas, procurando levar felicidade, e que naturalmente seja interessante para a empresa.

Conseguindo oferecer produtos e serviços que satisfaçam aos parceiros, e que seja motivo de orgulho dos colaboradores, fornecedores, sociedade e o próprio governo. Assim estará cumprindo a missão e não haverá razão para não prosperar e alcançar o sucesso tão almejado.

Comece pensando: Como posso ajudar a CONSTRUIR UM MUNDO MELHOR?
On 10:10 by Koji Sakamoto   2 comments

Tem um história de um rapaz que acompanhei. Ele fazia comigo um curso que costuma dar a empresários sobre “A Empresa do Ser”. Em meio a uma conversa, ele acabou desabafando comigo sobre seu casamento e o relacionamento com a esposa. “Quando fiz o curso para empresários do Sr. Sakamoto, esperava obter um melhor desempenho  nas relações com os clientes. Minhas relações comerciais e pessoais andavam muito mal, não sabia porque, mas culpava os outros pelos problemas que estava passando. Achei que ia acabar sem clientes. Na verdade estava acabando mesmo sem clientes e sem relacionamentos. Sempre olhava para fora de mim, achando que todos em volta estavam com problemas. TUDO SEMPRE ESTÁ DENTRO DE NÓS,  na forma como vemos as coisas, no sentimento que nos liga a tudo. Eu nunca tinha parado para agradecer...

Como parte da prática do curso de empresários, o Sr. Sakamoto nos deu a tarefa de falar 10 “muito obrigado”por dia(anotando sistematicamente num papel cada “muito obrigado”!). Mas não parava aí: tinha, também, que receber 10 obrigados por dia! Isso já me fez começar a perceber o quanto meu sentimento passava longe disso. Quando ele deu a prática, achei que fosse simples, mas no dia a dia, fazer isso entrar na nossa rotina, sem falhar, não é fácil não. Mas já foi um início de aprender a ter gratidão por tudo e todos. Isso foi iniciando uma mudança de paradigma no meu dia a dia.
Outra prática foi a de escolher uma pessoa com a qual estivesse tendo problemas para enumerar 20 qualidades dessa pessoa. Fui orientado a escolher minha esposa, da qual estava separado há poucos meses, a maior fonte de conflitos na época. O Sr. Sakamoto me disse que assim estaria limpando o espírito para novos relacionamentos.
Recém separado, após 10 anos de casado, tudo o que eu queria eram novos relacionamentos, me sentia livre e queria aproveitar minha nova vida de solteiro. Nem precisa dizer o quanto foi difícil, naquele momento eu não conseguia ver uma só qualidade nela(a iniciativa da separação partiu de mim). Toda semana eu prometia a entrega do trabalho com as 20 qualidades para a semana seguinte. Pensei: se conseguir enumerar 20 qualidades nela, vai ser fácil conseguir isto com meus clientes, afinal foi para isso que resolvi frequentar aquele curso.
O curso explicava a relação de Causa e Efeito, de uma forma muito clara e objetiva, sem doutrinações. Como alguém pode querer atender a um cliente sem desejar ajudá-lo e ao seu negócio? Todos aqueles conceitos do “empresário do ser” quebraram paradigmas. Aprendi como tornar-me um melhor filho, pai, empresário, fornecedor, cliente, marido (ex-marido), namorado, etc. Aprendi a aceitar os defeitos dos outros e a aceitar melhor os meus defeitos.
Realizei as práticas propostas no curso e elas promoveram uma quebra nos vícios de relacionamento que me levaram aos problemas que estava tendo. Agora estava pronto para preencher as 20 qualidades da minha (ex) mulher e finalmente entreguei a tarefa.
Um mês depois de entregar a tarefa ao Sr. Sakamoto estava morando novamente com minha mulher! Esta era uma situação impossível de se imaginar, uma vez que nunca vivemos bem, as brigas eram constantes e resultaram na separação. Ela me aceitou e eu a aceitei e desde então vivemos num clima de lua de mel, e já se passaram 3 anos.”
On 05:25 by Koji Sakamoto   1 comment
Há alguns dias recebi um comentário em que a leitora relata que já leu por algumas vezes o meu livro.  Parabenizei-a pela prática, e comentei que cada vez que lemos, nos aproximamos  mais do sentimento e do desejo do autor. Começamos a entender o verdadeiro sentido daquilo que foi escrito.

Realmente é muito interessante, sentimos  sabor em ler um livro. O mesmo acontece quando mastigarmos por muitas e muitas vezes um alimento, aí sim começamos a perceber o seu verdadeiro sabor. Como nos transmitiu Mokiti Okada, quando mastigamos o arroz japonês (sem tempero) por muitas e muitas vezes, começamos o sentir o verdadeiro sabor do arroz.

Comecei a entender um fenômeno muito interessante que ocorre com os leitores de livros principalmente de auto-ajuda, que apesar de serem os títulos mais vendidos do mundo, não resolvem o maior problema das pessoas que é a auto-estima.
Percebo que se continuarem assim, essas edições serão inesgotáveis, pois, a reação das pessoas têm sido a mesma quando sai um novo livro. Quando o lêem acham que é o melhor dentre todas as edições, mas os seus problemas continuam.

Portanto, a leitura ocorre de maneira superficial, não aprofundando como deveria até entender o sentimento do autor. Se assim fosse o leitor seria beneficiado sendo atendidas todas as suas necessidades. Sinto que todos os autores têm o desejo de ajudar as pessoas através de suas experiências, mas muitas vezes não conseguem alcançar esse objetivo.

Uma vez ouvi que para uma pessoa assimilar com profundidade o conteúdo de um livro precisaria ler no mínimo cem vezes. Realmente é muito interessante, quando lemos um livro pela primeira vez, temos uma visão e compreensão, quando lemos pela segunda vez, temos a sensação que alguma parte do livro não havia sido lida, ou não a teríamos compreendido e assim por adiante até a última leitura. Parece que a percepção de novas informações nunca acaba.

Gostaria que fizessem uma experiência, escolhessem um livro e o lessem pelo menos cinqüenta vezes e depois avaliassem o resultado. Este será imprevisível. Assim vocês redescobrirão excelentes livros que compõem as suas bibliotecas.
Toda leitura precisa trazer algum resultado.
On 05:24 by Koji Sakamoto   No comments

Prática simples que deveria ser exercitada no cotidiano. ”Hoje melhor que ontem e amanhã melhor que hoje” pensamento ensinado por Mokiti Okada. Um dia ouvi do meu superior uma frase um pouco esquisita, mas que foi muito importante para mim “SEMPRE EXISTE MELHOR DO QUE MELHOR”. Isso quer dizer que para tudo que fazemos, é sempre possível fazer melhor.

O ser humano tem uma facilidade muito grande de se acomodar principalmente quando consegue alcançar metas propostas por ele.
Esse espírito progressivo, nós encontramos na natureza. Basta observarmos uma árvore que cresce constante e permanentemente seguindo seu ciclo, aparecem os brotos, as folhas, as flores, as sementes, que depois caem dando origem a novos elementos. Cada vez que isso acontece a árvore cresce e se renova.

Será que o homem não poderia imitar a natureza e tornar-se o melhor naquilo que faz?
Nas olimpíadas, os atletas por melhores que sejam, sempre estão em busca de bater seus próprios recordes.
Lembro-me sempre de uma frase que ficou marcada em minha memória lida há mais de cinquenta anos que dizia “TODOS OS DIAS, SOB TODOS OS PONTOS DE VISTA, VOU CADA VEZ MELHOR” (Emilio Couê).
Vamos então a partir de hoje, praticar a citação acima. Vamos nos tornar os melhores naquilo que fazemos.
On 05:24 by Koji Sakamoto   No comments
É deixar de lado o apego, é uma prática que venho desenvolvendo até hoje. O apego é irmão gêmeo do egoísmo.
Para  desapegar, é preciso exercitar o altruísmo, isto é, pensar e agir em benefício do outro. O apego faz com que acumulemos tantas coisas, materiais, emocionais e até espirituais, carregando-as para lá e para cá.
Só que esse acúmulo ocupa espaço físico, emocional e espiritual não deixando espaço para o novo. Ficamos entulhados de coisas velhas antigas e até inúteis. Ele atrapalha até o namoro, como o caso que vou relatar agora...

Um dia uma pessoa veio me perguntar porque não conseguia namorar mais, após ter terminado um relacionamento. Era jovem, bonita e inteligente, mas não conseguia atrair alguém para um namoro sério. Expliquei-lhe que o seu coração estava ocupado com alguém e assim não tinha lugar para outro. É uma lei da física (dois objetos não podem ocupar o mesmo espaço simultaneamente).
Ela respondeu que não havia ninguém, pois seu último namoro foi bem resolvido.
Então disse-lhe que algo deveria estar provocando toda essa situação. Prontamente respondeu que tinha algumas cartas e fotos guardadas como lembrança dos meus ex-namorados. Orientei-a que certamente esta prática estava atrapalhando muito e que seria bom eliminar todos esses guardados para se desapegar do passado mesmo tendo boas recordações.
Demorou muito para ela praticar o que orientei, mas alguns meses depois,  num domingo de manhã, leu todas as cartas, e rasgou uma a uma em prantos. Após essa prática se sentiu aliviada, parecendo que havia retirado um enorme peso do físico, do emocional e do espiritual.
Após seis meses dessa faxina, ela começou um relacionamento com um empresário e estava muito feliz.

Será que você também não tem coisas velhas, inúteis, estragadas, fora de moda ou em excesso para serem doadas, vendidas e jogadas fora? Além de mágoas, tristezas e sofrimentos que marcaram a sua vida?
Vamos fazer a faxina e levarmos somente o que é útil e importante para o momento de hoje?
Mãos a obra.
Não se esqueçam de deletar os e-mails da sua caixa postal.
On 17:55 by Koji Sakamoto   No comments

Fico muito preocupado quando ouço indiscretamente conversas das pessoas, vejo ou leio entrevistas nas revistas, rádio, TV e internet de pessoas famosas que muitas vezes são referência para a sociedade, falando como se fossem viver eternamente, deixando de VIVER A VIDA.
Muitas vezes deixamos as coisas importantes, do dia a dia sempre para amanhã, semana que vem, o mês que vem e até o ano que vem, imaginando a perenidade, esquecendo que o homem nasce, cresce e morre um dia sem data marcada, muitas vezes não seguindo a lógica da idade.
Uma vez ouvi dizer que quando a pessoa está na iminência da morte passa um “filme na mente” de tudo que fez nesta vida, tanto as coisas boas como as coisas ruins, sem maquiagem ou argumentações  que assusta muito, principalmente aquilo que não foi feito a missão que não foi cumprida.
O poema ILUSÕES DA VIDA, de Francisco Otaviano de Almeida Rosa, retrata um pouco essa realidade:
Quem passou pela vida em branca nuvem,
E em plácido repouso adormeceu,
Quem não sentiu o frio da desgraça,
Quem passou pela vida e não sofreu
Foi espectro de homem – não foi homem,
Só passou pela vida – não viveu.
Tudo isso nos remete para uma realidade que não estamos vivenciando ou percebendo no nosso cotidiano em razão de diversas circunstancias da nossa vida.
Se algum mensageiro de Deus nos comunicasse que teríamos um ano de  vida, será que a nossa forma de viver seria a mesma de hoje? Não fazendo como deveria fazer, deixando as coisas para depois, não fazendo felizes as pessoas que convivemos, não sentir gratidão pela vida e principalmente não priorizando as práticas mais importantes?
Se esse tempo fosse diminuído para seis meses, certamente melhoraríamos ainda mais a nossa postura e principalmente as nossas práticas diárias. Se fosse reduzido ao extremo de 24 horas, como seria a nossa reação? Certamente nos aproximaríamos mais de Deus, limparíamos o nosso interior de mágoas e procuraríamos perdoar e agradecer à todas as pessoas, que por alguma razão deixamos de fazer.
Aqui vai uma sugestão, porque não viver cada dia como se fosse o último dia?
Viver cada dia intensamente, viver o dia de hoje, o presente, executar tudo que precisa ser feito, agradecer o que e a quem precisa ser agradecido, executar todas as suas tarefas não deixando nenhuma pendência, estar com a família, conversar com aquele amigo que há tempos você não conversa , visitar alguém que você está sempre prometendo e nunca tem tempo para cumprir enfim viver cada momento do seu dia como se fosse o último.
Não viva o dia de hoje pensando em como será amanhã ou pendurado no passado, lembre-se de que ontem é um pássaro que já voou, amanhã é um pássaro ainda não capturado, mas hoje é o pássaro que está em suas mãos, dê vida à ele.     
Certamente assim você estará vivendo a vida, na sua família, no seu trabalho e na sociedade, cumprindo plenamente a missão determinada por Deus.
On 16:30 by Koji Sakamoto   4 comments
O grande vilão do casamento é o tempo, pois, com o passar deste infalivelmente nasce a rotina, onde tudo fica igual, nada de novo acontece, a mesma pessoa ao nosso lado todos os dias. Alguns maridos chegaram a falar que QUANDO CASARAM A ESPOSA ERA UMA GAZELA, AGORA É UM HIPOPÓTAMO. A conseqüência é o afastamento e se não cuidar, não renovar, será o término de um casamento  que surgiu de um grande amor.
Como fugir desta armadilha?
Dentre tantas opções gostaria de sugerir duas práticas:
  1.  Cada um deve cumprir a sua missão de esposa ou marido, todos os dias, tendo como objetivo a formação de uma família feliz, um procurando fazer o outro feliz.
  2. Todos os dias dar vida à vida, isto é, pelo menos fazer uma coisa diferente todos os dias. Por exemplo: estudar uma maneira de deixar o parceiro (a) feliz. Esta prática fará aumentar o ELO ESPIRITUAL que existe entre o casal aumentando e mantendo um grande poder de atração.
Devemos sempre nos lembrar que um braseiro para se manter ardente e incandescente é preciso sempre colocar mais carvão e se deixarmos parado, as brasas serão cobertas por cinzas e num determinado momento se apagarão.
É como no amor, a paixão inicial se não alimentada sempre, um dia acabará se apagando. Como falamos vulgarmente:” VAMOS BOTAR LENHA NA FOGUEIRA DO AMOR”.
FELICIDADES.
On 14:58 by Koji Sakamoto   5 comments
           O caso é muito interessante. Para mim, foi um grande aprendizado. Conheci uma jovem quando era ministro da Igreja Santana. Ela era muito falante, bonita, extrovertida, mas guardava uma grande tristeza em sua vida, que só fui saber quando pudemos conversar.
                Num acidente de carro, ela perdera o pai, a mãe e primos. Seu irmão, que também estava no carro, ficou em estado de coma na UTI por muito tempo, mas foi salvo.
                Era a filha mais velha; tinha uma irmã que, na época, estava com mais ou menos sete anos, e esse irmão, que sobreviveu à tragédia. Ela tinha apenas dezesseis anos quando o acidente aconteceu. Mas foi ela que teve que fazer o reconhecimento dos corpos no local. Senti que este fato a marcou profundamente.
                Com a morte dos pais, os três irmãos foram separados, ficando inclusive em cidades diferentes, cada um na casa de um parente. Foi através de uma tia messiânica que cuidou dela, que esta jovem conheceu a Igreja.
                Quando conheci, já fazia mais ou menos dez anos que a tragédia que separou sua família havia acontecido. Eu não conhecia a história. Fui conversar com ela, pois percebia que era muito “namoradeira”. Pelo jeito alegre e risonho, estava sempre cercada de “pretendentes”.
                Quando soube de sua história e do fato de ser irmã mais velha – ocupara o lugar dos pais em relação aos irmãos – senti que ela teria que uni-los novamente para morarem todos juntos, porque ainda eram uma família. Mas ela desperdiçava tanta energia com “namoricos” que nem sobrava tempo para tentar unir os irmão. O amor que dava aos namorados, precisava dar aos irmãos. Então, dei-lhe talvez a tarefa mais difícil: “Você tem que ficar dois anos sem namorar!” Ela arregalou os olhos assustada: “Dois anos?! Imagina, ministro, o que significa isso?”
                Dei-lhe a missão de reunir os irmãos. Meishu-Sama colocou “informantes” para mim por toda a Igreja. Quando ela “caía em tentação” e “tirava uma casquinha” com alguém (como ela mesmo dizia), eu logo ficava sabendo. Ela nunca vinha me contar, mas eu sabia.
                No entanto, ela se esforçou bastante. Eu procurava sempre acompanha-la, embora fossem muitas as vezes em que saiu da minha sala chorando. Como ela possuía pouca resistência para cumprir as práticas determinadas, se eu não fosse rigoroso, sabia que ela não conseguiria.
                Nesses dois anos de “lei seca”, como ela se referia ao aprimoramento, alugou um apartamento e trouxe os dois irmãos para morar juntos. Fiquei muito feliz, pois sabia que, do Mundo Espiritual, seus pais também deveriam estar felizes com essa atitude.
                Aos poucos, com o Johrei, ela encaminhou os dois irmão para a Igreja e, realmente, muitas vezes fez o papel de mãe com eles. Cuidou dos dois e, após vê-los bem formados na vida e terminando o período da “lei seca”, ela encontrou um ótimo rapaz, messiânico e bem diferente daqueles com os quais se envolvia antes. Começaram a namorar.
                Depois de casar seus dois irmãos e ter sua missão terminada, ela pôde seguir sua vida. Pelas últimas notícias que tive, ela e esse rapaz, “hoje companheiros de caminhada”, dedicam na Igreja em Campo Grande.
                Sei que, muitas vezes, ela me considerou mais um padrasto do que um pai, pelo rigor com que lhe falava. Mas no coração, eu tinha um amor de pai, e com a minha firmeza, o resultado foi positivo: ela transformou totalmente a sua vida. E para melhor!
On 08:07 by Koji Sakamoto   5 comments

Outra pessoa que acompanhei, e a quem quis mostrar a importância do ato de cozinhar com “pontinho”, foi, uma senhora que trabalhava fora e tinha problemas conjugais quando veio falar comigo perguntei-lhe:
-Quais são suas prioridades na vida?
-Minha empresa, minha mãe, meus três filhos, a casa... – respondeu ela
-E o marido? –perguntei
-Ele vem a seguir.
-Mas você está jogando-o fora! É o último da lista! – expliquei
-Eu não quero perde-lo....
-Na vida de uma mulher, existe uma ordem correta das coisas – expliquei-lhe – Principalmente em se tratando da vida conjugal, a ordem natural de prioridade é o marido em primeiro lugar, para fortalecer a liderança da família, vindo os filhos a seguir.
O casal se une com a missão de viver junto pela vida toda. Só que essa senhora invertia toda a ordem das coisas, por isso tinha problemas conjugais. Perguntei-lhe:
-A senhora cozinha?
-Eu não tenho tempo, tenho a empresa... Mas tenho empregada que faz tudo...
-Então é mais complicado... A senhora nunca ouviu falar que se prende o marido pelo estômago? No relacionamento marido-mulher, tem-se que fortalecer os elos por todos os meios. O elo espiritual é uma ligação invisível, mas que existe entre duas pessoas, especialmente entre casais, que é o elo mais forte. Então, se a senhora não colocar tudo em ordem e não aumentar seu elo com seu marido, vai acabar diminuindo até que um dia se rompe definitivamente.
Então, ela começou a cozinhar em casa, fazer as coisas que deixavam seu marido feliz, mas, no início, ele nem dava confiança para o esforço dela e, além disso, sempre dizia alguma coisa para irritá-la. Mas ela me disse que era apaixonada pelo marido e que não queria perde-lo. Então, eu sempre a animava para que continuasse suas práticas para fazê-lo feliz.
Ela fazia um tremendo esforço para cozinhar como ele gostava, mas só recebia críticas, do tipo: “quem fez esse camarão? Está muito salgado!” Mas ela não esmorecia! Até que num dia, após o almoço, ele comeu e depois deu um beijo na testa dela, agradecendo o que ela tinha feito. Ficou muito feliz. A partir daí as coisas foram realmente mudando.
Assim, esse ato de “cozinhar com pontinho”, com alma, espírito, pode não só fazer a outra pessoa feliz, mas também faz com que mulheres com ego muito forte e que são impositivas busquem um caminho mais suave, procurando não o que lhes agrada, mas o que agrada ao outro. É um primeiro passo para fazer com que todas as outras atitudes, na vida do casal, sejam permeadas por esse sentimento!

On 17:18 by Koji Sakamoto   No comments

A jovem desta história era uma pessoa autoritária e rebelde. Mas me disse que antes de conhecer a Igreja era ainda pior... Fico imaginando como devia ser...
Seus pais se separaram e, após alguns anos, a mãe faleceu. Ela era revoltada com esses dois fatos, não os aceitava de jeito nenhum. Tomava calmantes, não tinha vontade de viver, só chorava, era uma adolescente sem vida, dizendo que queria morrer. Nem se preocupava com o pai e a avó, que sofriam por vê-la assim.
Tudo isso a levou a uma gastrite nervosa e, por esse motivo, ela veio conhecer a Igreja. Tornou-se membro e passou a assistir às minhas aulas semanais para jovens. Em uma das aulas, pedi a todos que copiassem cinco vezes os Ensinamentos. “Não julgueis” e “Não julgue”. Com essa prática, ela foi despertando para o quanto julgava seus pais e foi percebendo o tamanho do seus erros e do seu egoísmo. Passou a sentir vontade de construir o paraíso em seu lar: ministrava Johrei no pai para que ele a perdoasse e encontrasse alguém que o fizesse feliz. Antes, ela não admitia a ideia de alguém substituindo o lugar de sua mãe, mas percebeu que essa atitude era que ela não aceitasse, veio lhe falar que estava namorando e queria se casar. Mas, para surpresa dele, ela ficou muito feliz e o abraçou. O pai, emocionado, ficou com os olhos embaçados e chorou, dizendo: “Se eu morresse hoje, morreria feliz.”
Com sua mudança de postura, encaminhou o pai e sua futura esposa para a Igreja, sendo que ambos tornaram-se membros, bem como seu irmão e cunhada. A paz voltou ao seu lar. Conseguiu construir o paraíso, primeiro em seu coração e, como consequência, em casa. Mas ela ainda sentia que faltava algo. Precisava pedir perdão à mãe.
Durante um culto da Sede Central, teve uma sensação forte. Sentiu à presença de sua mãe e toda mágoa que tinha acabara de verdade. Chegando em casa, escreveu em seu diário:
“Mamy, mesmo você tendo se separado do papai, hoje entendendo tudo; compreendendo-a e a amo. Faz tempo que me tornei messiânica, mas não a deixo em paz porque a julgo no pensamento. Hoje, peço-lhe perdão e agradeço demais por ter me colocado no mundo, educado, ter sido minha amiga fiel. A força, de hoje em diante, será minha. Perdoe-me por julgá-la e seja feliz, aí no Mundo Espiritual. Ajude-me a construir o Paraíso Terrestre.”
On 08:52 by Koji Sakamoto   3 comments


O rapaz de quem passo a falar, veio para a Igreja devido a uma purificação física. Doze anos antes de ele começar a ter essa purificação sofrera um acidente. Foi atropelado por uma motocicleta ao atravessar indevidamente a pista do autódromo de Interlagos. Sofreu quatro cirurgias.
Em 1987, doze anos mais tarde, foi acometido de osteomielite em consequência daquele acidente. Fez vários tratamentos, tomou muita medicação, sem resultados. Através da esposa, que estudava artes com uma senhora messiânica, ele começou a receber assistência de Johrei. Após uma semana, foi ao médico, que constatou sua cura.
Emocionado com a graça recebida, foi à Igreja agradecer e, assim que entrou, sentiu uma forte afinidade e alegria. Recebeu o Ohikari seis meses depois.
Ele assistia às minhas aulas e, com a prática de tudo que ouvia, foi mudando sua visão de vida. Em uma das aulas, expliquei sobre a “lição do copo”.
As pessoas são como copos vazios, esperando pelo líquido que os preencha; esperam, na verdade, que o conteúdo interior preencha o vazio de cada um. Existem copos (pessoas), no entanto, que estão com a boca virada para baixo (estas nunca receberão nada), outros que estão meio inclinados (aí um pouco “entra” e outro tanto cai fora do copo) e há aquelas pessoas com a boca totalmente viradas para cima, prontas a receber qualquer Ensinamento, qualquer orientação e praticar. Em qual dos três tipos vocês se encaixam? As pessoas que estão com boca do copo virada para cima, são as que recebem graças.
A partir dessa data, esse jovem decidiu manter sempre a boca do seu copo virada para cima, ou seja, praticar tudo que lia nos Ensinamentos e todas as orientações que recebia nas aulas e aprimoramentos. Com isso, passou a encaminhar muitas pessoas à Igreja, desde a esposa e familiares até quem simplesmente cruzasse seu caminho. No momento em que a esposa decidiu receber o Ohikari, eles receberam uma grande graça: um bebê! Eram casados há sete anos e não tinham filhos. Os dois passaram a refletir em suas fisionomias a alegria que sentiam. Não contentes em descobrir o segredo da felicidade apenas para si, através da mudança deles passaram a ministrar Johrei para os amigos, que já estavam percebendo suas mudanças, e a trazê-los para a Igreja.
A proprietária da casa em que eles moravam, não acreditava em Deus e quando o marido dela estava para falecer, o casal foi visita-la, com enorme vontade de ministrar Johrei. Como não havia condições naquele momento, eles fizeram uma oração na porta da residência, pedindo a Meishu-Sama: “Nós não podemos, mas o senhor pode”
Após o falecimento do marido, voltaram a visita-la com a vontade de ministrar Johrei.  Aí, proprietária mesma disse: “Quando vocês vêm à minha casa, sinto um enorme positivismo, uma energia gostosa rica no ar.”
Eles sentiram isso como o “gancho”, a abertura necessária para falar da Igreja e ofereceram Johrei. A partir daí, ministraram muitos Johrei nela; até ela chegar a dizer: “Nunca tive tanta fé em Deus! Como Ele faz as coisas certas!”
Novamente, esse jovem e sua esposa estavam  com seus copos de boca virada para cima. Eles estavam sempre atentos, sempre “de olhos avisados”, observando tudo e buscando a melhor maneira de falar sobre Meishu-Sama para as pessoas.
Através da gratidão das pessoas por eles encaminhadas (pessoas que mudaram completamente suas vidas) e da gratidão dos antepassados dessas pessoas,  eles receberam incessantes graças. Ele conseguiu ir ao Solo Sagrado do Japão agradecer a Meishu-Sama toda a gratidão que gerou no coração dos outros. Inicialmente, não tinha condições dinanceiras, mas conseguiu ir.
Esta é a “lição do copo”, das pessoas que estão sempre com seu copo virado com a boca para cima: ouvindo orientações e logo colocando-as em prática. Como eu sempre o orientei bastante sobre a importância de encaminharmos pessoas à Igreja e torna-las felizes, ele passou a estar sempre atento para encaminharmos pessoas à Igreja e torná-las felizes, ele passou a estar sempre atento para encaminhar e, assim construiu o Paraíso em seu coração, em sua família e em todos que dele aproximaram. Essa é a experiência do jovem que, com a boca do seu copo sempre virada para cima, ganhou conteúdo, praticou e encheu o vazio de sua vida com a prática de fazer outras pessoas felizes.
On 16:07 by Koji Sakamoto   1 comment


                Há pessoas que pensam que são altruístas, que dão o melhor de si para agradar as outras pessoas. Mas dar o “melhor de si” para elas é fazer o que lhes é conveniente, porque gostam de tal coisa e acham que a outra pessoa também gosta e tentam impor sua vontade. Não se preocupam com os desejos e expectativas do outro. Não conseguimos mudar as pessoas com imposições e nem mostrando a elas o que consideramos errado, mas sim com amor, desapego e aprendendo a entregar tudo nas mãos de Deus.
                Uma senhora tinha um marido que não era assim tão entusiasmado pelas coisas dela. Um dia, curioso com esse fato perguntei:
                -Por que seu marido não se interessa por coisas que são tão vitais para a senhora?
                -Ele não quer, acha que não é importante...
                -Acho que o problema está em você – eu disse com convicção
                -Em mim? Mas eu faço tudo que sei fazer, por ele!
                Uma tarde, fui a uma reunião na casa dessa senhora. Insisti:
                -Você faz o seu marido feliz?
                -Lógico! Compro tudo que é bom para ele: “alface crocante” proveniente do cultivo natural de alimentos, legumes, verduras e frutas sem agrotóxicos, até pasta dental natural... Mas ele não come o que ofereço. Só compra e come o que ele mesmo quer.
                Fiquei pensando como seria a “alface crocante”... Nunca soube que alface era essa, mas ouvindo seu relato, lhe falei com seriedade:
                -Você quer impor as coisas para seu marido, as coisas que você acha que são boas. Isso é uma característica sua! Do que ele mais gosta?
                -Bolo – respondeu de imediato.
                -Então a senhora faz bolos para ele, não é mesmo?
                -Não...
                -Como não faz? – perguntei perplexo
                -Vou a doceria, compro o bolo mais gostoso e lhe ofereço. Ele fica feliz.
                -A senhora tem que fazer o bolo, com seu sentimento de gratidão a ele – orientei
                -Fazer? Mas eu não sei fazer bolo!
                -Ótimo pretexto para aprender.
                Ela tentou fazer o bolo na primeira oportunidade. Arriscou e fez, mas foi um desastre: ele não cresceu. Porém, como todos estavam esperando-o com tanta ansiedade, ela lhes ofereceu assim mesmo.
                O marido e o filho comeram o bolo todo. E com a maior alegria. Quando ela me contou isso, eu lhe disse:
                -Está vendo? O bolo era feio, não cresceu, mas tinha amor e espírito.
                A partir desse dia, ela começou a tentar não impor mais nada ao marido, mas buscando fazê-lo feliz do jeito que ele esperava. Resultado: dois meses depois, ele estava mudado e mais atendo ao que ela gostava e queria dele.
                Temos que tomar cuidado com essa característica de impor nosso “eu” aos outros. Isso é falta de delicadeza, e se reflete em tudo.
On 10:31 by Koji Sakamoto   No comments

Eu sou bastante insistente em meus aprimoramentos com jovens sobre a prática de pedir perdão e agradecer aos pais. Sempre volto a esse tema, pois ele é a base para uma pessoa crescer. Só é bom marido, boa esposa, bom amigo e até um bom profissional, quem primeiramente consegue ser bom filho.

A uma jovem que dedicava no servir comigo, pedi que escrevesse sobre suas dificuldades de relacionamento com o pai.

Na aula para jovens, em que ela estava presente, pedi que escrevesse sobrea importância da gratidão aos pais e relatei algumas experiências de jovem que haviam praticado isso e mudado suas vidas. Ela saiu de aula, sentindo que aquele era o momento para resolver tudo com seu pai. Seus pais eram separados há alguns anos; desde então, eles só se reuniam em datas importantes e sempre se desentendiam. Ao chegar em casa, chorou muito, pois só conseguia ver suas dores, seus motivos; não perdoava o pai e muito menos sentia gratidão por ele.

No domingo seguinte, o pai lhe telefonou dizendo que iria vê-la. Ela estranhou, pois ele nunca havia feito isso antes. Era o Mundo Espiritual dando um “empurrãozinho” mais uma vez. Ele veio e eles conversaram até a madrugada. Falaram sobre o passado, a mãe dela, a vida deles... Parecia que um se confessava para o outro.

“Senti que ele não tinha vontade de ir embora, e nem sentimos a hora passar. Falamos sobre nossa falhas e acabamos por nos perdoar um ao outro. Ficamos mais amigos, começamos a conversar várias vezes por semana, sendo que antes ficávamos meses sem nos falar” – relatou.

Vencido o obstáculo com o pai, ela começou a se preocupar com a mãe, que se tornara amarga e infeliz, muito magoada com a vida, após a separação. Conversando comigo orientei-a: “Os filhos devem ser orientados pelos pais, e não os pais pelos filhos. Não oriente sua mãe, mude seu interior que ela também mudará.”

Adotando essa nova postura, sua mãe foi mudando muito, tornou-se uma pessoa mais ativa feliz, começando até fazer vários cursos na Igreja. E essa jovem deixou de ver tantos defeitos no pai, tornou-se outra pessoa, adquiriu maior percepção e compreensão das coisas, ultrapassou barreiras e encheu sua vida de Luz.

On 14:25 by Koji Sakamoto   No comments

Mokiti Okada nos ensina que todos os seres humanos, tenham ou não tenham consciência, nascem neste mundo com uma missão: participar e contribuir na construção de um Mundo Ideal. Ele chama de Mundo Ideal ou Mundo dos Felizes, mas cita diversos mestres que deram nomes os mais variados para esse “Mundo Ideal”: “Reino dos Céus na terra”, por exemplo, como ensinou Jesus Cristo. Mas a Verdade é que devemos compreender no fundo de nossos corações essa missão que temos, para podermos ser felizes. Sem consciência disse e sem cumprir essa missão, a felicidade tornar-se difícil. E nossa vida se tornará vazia e ociosa.

Para que possamos cumprir essa missão, que nos foi dada pelos Céus, ganhamos, no mundo material, formas e funções, que nos ajudam a cumprir essa missão maior. Assim, nos tornamos pais, mães , filhos, esposas, maridos, chefes, empregados. Temos funções precisam ser direcionadas SEMPRE, visando cumprir a missão maior de construir esse Mundo dos Felizes na Terra. E por onde começa esse Mundo? COMEÇA DENTRO DE CADA UM DE NÓS. Se dentro de nós houver a verdadeira felicidade, haverá na família. Como a família é a célula da sociedade, nascendo muitas famílias verdadeiramente felizes, nascerá um Mundo de Paz, um Mundo dos felizes.

E como podemos ser felizes? FAZENDO NOSSO PRÓXIMO FELIZ. E, num casamento, o próximo mais próximo de nós é nosso(a) companheiro(a). Nascendo o Paraíso em nosso coração, mediante um casamento feliz, em que cada um viverá para fazer o outro feliz dia-a-dia, em cada gesto e atitude.

On 20:01 by Koji Sakamoto   3 comments

Sempre digo aos jovens que desejam encontrar um bom marido ou esposa que, antes de mais nada, SE TORNEM UMA PEDRA RARA, se tornem diamantes. Para isso, é preciso lapidar-se, pois mesmo o diamante em estado bruto não apresenta seu brilho característico.

O ser humano também precisa ser lapidado. Mas como lapidar-se? Através de deveres e purificações é que somos lapidados. E é bom saber que não nascem grandes homens no meio das facilidades. Sugiro como caminho os ensinamentos de Meishu-Sama.

Hoje em dia, influenciados pela educação materialista de formar homens inteligentes, não encontramos jovens bons, alicerçados na educação espiritualista. Realmente, encontrar jovens com estas características é muito raro, afinal, ninguém gostaria de perder um relacionamento com estas qualidades.

Não é preciso preocupar-se em arrumar namorado ou namorada, porque o dia em que nos tornarmos pedras raras, lapidadas, vai ficar cheio de gente atrás de nós, no “nosso pé”. Por isso, procure sempre o “caminho do aprimoramento interior”, olhe para dentro, lapide seus sentimentos, seus gestos, suas atitudes. Tudo que desejamos em um(a) companheiro(a), devemos construir em nós mesmos primeiro.

Se você se tornar uma pedra rara, quem não vai querê-lo(a)? A outra pessoa vai pagar o preço que for preciso para ficar com você! Meishu-Sama orienta que todos os homens vêm ao mundo para servir à Obra Divina, mas a maioria fica centrada no seu individualismo; não se preocupa com os outros. Essa pessoa [e opaca, sem aura.

Uma pessoa que vive para fazer os outros felizes, tem aura grande, tem brilho e é pedra rara. E pedra rara atrai outra pedra rara. Se quer atrair uma pedra rara, mas você próprio é uma “bombinha”, aí não dá! Tem que se lapidar primeiro. Tudo isso orientei para diversas jovens.

Houve uma moça que resolveu namorar Meishu-Sama para crescer espiritualmente. Tudo o que ela fazia pelo ex-namorado, passou a fazer por Meishu-Sama, não medindo esforços para dedicar. Passou a centralizar sua vida em Meishu-Sama, nos Ensinamentos e nas dedicações. O ambiente no lar, que era conflituoso, ficou paradisíaco. Dedicava todos os dias, de domingo a domingo e, crescendo espiritualmente, lapidando-se, começou a atrair rapazes melhores que o ex-namorado, rapazes mais sérios, também centralizados na fé. Mas ela não ficava com nenhum, pois tinha colocado o objetivo de ficar um ano sem namorar, só dedicando, para merecer um relacionamento melhor, mais harmonioso, sem conflitos e conquistando, antes de mais nada, seu crescimento espiritual para merecer a graça de um bom companheiro. Foi justamente o que aconteceu.

On 18:44 by Koji Sakamoto   No comments

Pode parecer insignificante, mas a falta de ordem, em qualquer aspecto, é capaz de gerar situações conflitantes. E o seu acúmulo cria iceberg intransponível. Mas o pior é que, às vezes, nem percebemos que alguma coisa está fora de ordem. Acostumamos tanto com a situação que já nem achamos antinatural. Passa tão despercebido que, quando algo não está bem, não conseguimos nem identificar as causas do problemas.

Entrei em contato com um casal que estava passando por uma situação financeira tão difícil que já gerava conflito entre os dois. Contas de água, luz e o aluguel atrasados, limite de cheque especial ultrapassado e dívidas.

Mas havia um ponto muito importante: a esposa trabalhava durante o dia e o marido à noite... Consequentemente, era o marido quem cuidava dos filhos pequenos.

Ouvi-o relatar tudo isso e expliquei a ele:

- As dívidas adquiridas no mundo espiritual. Na casa de vocês não há ordem. Está tudo invertido. Em primeiro lugar sua esposa deve pedir demissão do emprego para cuidar dos filhos (essa missão é dela!) e da casa. Isso possibilitará que você procure um novo emprego para trabalhar durante o dia, e até com um salário melhor.

Eles ficaram extremamente assustados com a orientação, principalmente no tocante a ela se demitir, mas teriam coloca-la em prática. Quando as pessoas vêm pedir orientação, querem ouvir o que é mais fácil de praticar ou o que vai aliviá-los, mas, como orientador, alicerçado na filosofia de Mokiti Okada, tenho que tocar na ferida, no ponto vital para que realmente cheguem à solução do problema.

Assim que a esposa pediu demissão , cumprindo a orientação (para ela, tão difícil), veio a primeira surpresa: foi muito elogiada pelo seu desempenho e recebeu uma proposta de trabalhar meio período pelo mesmo salário, para que pudesse pagar a escola do filho mais novo. E mais: conhecendo sua situação financeira, seu chefe propôs demiti-la para que recebesse todos os seus direitos trabalhistas (e assim, saldar suas dívidas), readmitindo-a algum tempo depois.

Como o valor do aluguel da casa onde moravam iria subir com a renovação do contrato, um parente os convidou para morar um tempo com ele; só não teria o dinheiro para pagar o caminhão de mudanças. O chefe da esposa, ouvindo-a ao telefone pesquisando preços, ofereceu o transporte da empresa, totalmente grátis, e ainda com funcionários para ajudar.

Pelas constantes graças que recebiam, a esposa decidiu que todo o dinheiro proveniente do seu Fundo de Garantia seria destinado a um donativo especial, para um lugar que ajudasse realmente as pessoas. O marido discordou dessa ideia e veio falar comigo novamente:

-Com esse dinheiro, quitaríamos todas as nossas dívidas – disse-me

-Se sua esposa teve essa intuição, você deve respeitar. Isso é resultado de suas dívidas espirituais, que devem ser grandes. Dessa forma, começarão a resgatá-las.

E assim, fizeram. Aí aconteceu uma nova surpresa: os advogados da empresa, ao fazerem as contas, constataram uma diferença que faltava para ela receber, e o valor da diferença era o valor exato de suas dívidas. O Mundo espiritual não deixa de dar as suas respostas.

O mais interessante é que tudo isso realmente aconteceu no prazo de oito dias que eu havia previsto; e só depois que tudo foi colocado em Ordem. Essa palavra contém a chave de inúmeros “enigmas”.